Leonardo
Santos
12-4-1( V-D-E )

Histórico de Lutas

Comparação de habilidades

Gráficos são compilados s baseado nos resultados de 3 lutas.
Recorde: 12-4-1
Sumário: Jiu-Jitsu specialist, good cardio, excellent submissions

Informações do lutador

De: Rio de Janeiro Brazil
Representando: Campos, Rio de Janeiro Brazil
Idade: 34
Altura: 6' 0" ( 182 cm )
Peso: 155 kg ( 70 kg )

Golpes

Tentativa total de golpes
0
119
48
Total de golpes bem sucedidos
0
48
85% Em pé
41
4
3
Defesa de golpes
60
%
Porcentagem total de golpes evitados

Grappling

Total de quedas
0
12
1
Tipo de quedas bem sucedidas
 
 
{0}% Finalização
{0}% Passagens
{0}% Raspagens
1
2
0
Takedown defesa
83
%
Porcentagem total de quedas evitadas
Resultado Lutadores Evento G Q F P Método Reprise
UPCOMING
Leonardo Santos
UFC Fight Night 51: Silva vs. Arlovski
13 Set 2014
-- -- -- -- --
Lukasz Sajewski -- -- -- --
Empate
Leonardo Santos 23 Mar 2014
26 0 0 0 R3 Decision - Majority
Norman Parke 37 0 0 0
William Macario 8 Jun 2013
35 2 0 0 R2 Submission
Leonardo Santos 22 1 1 2

Biografia

Leo Santos começou sua carreira no MMA com um teste de fogo. Após construir um nome para si no jiu-jitsu, recebeu um convite que não conseguiu recusar: uma luta de MMA no Japão. O detalhe, contudo, era que Leo teria apenas 21 dias para se preparar. E a luta era contra ninguém menos que o atual lutador do UFC e último campeão peso leve do PRIDE, Takanori Gomi. Leo, que “nunca havia dado um soco na vida”, sentiu-se atraído pela ideia de lutar no Japão – afinal, além de tudo era fã da herança oriental e ícones como Bruce Lee – e topou. “Fui treinar e apanhei que nem cão por 15 dias”, brinca o extrovertido Leo. “No final do primeiro dia de treino, fiquei estirado olhando para o teto pensando ‘o que eu estou fazendo da vida?’”.

O carioca sequer sabia de quem se tratava Takanori Gomi, o “Fireball Kid”, quando aceitou a luta - originalmente oferecida para um colega seu. Quem sugeriu o nome de Leo como substituto foi Dedé Pederneiras, líder da Nova União – lar de, além de Leo, do campeão peso pena do UFC José Aldo e o campeão peso galo Renan Barão. Chegando lá, Leo viu se tratar de um oponente perigoso, mas não se intimidou: após falhar em sua estratégia básica de “jab + queda”, saiu para a batalha franca. Perdeu por decisão, mas foi parabenizado por lutar os três rounds, derrubar e ainda chegar às costas do rival. Foi aí que Leo pensou que, de fato, poderia ter futuro no MMA.

Apesar da empolgação na nova modalidade, Leo não achava lutas, e por isso acabou voltando para o jiu-jitsu, sua arte marcial de origem e na qual tem um dos mais impressionantes currículos no Brasil. Ele começou a arte suave cedo, quando as pessoas ainda perguntavam do que se tratava. “É igual ao judô, mas pode continuar no chão”, explicava na época. Começou a competir aos 12, e aos 15 já era campeão mundial na faixa azul, tornando-se o lutador mais novo a conseguir o feito. Tem vários títulos mundiais pela CBJJ e CBJJO, e protagonizou uma importante e polêmica luta contra Royler Gracie em 2003. Apesar de ter perdido, foi considerado vencedor por muitos, e logo alcançou uma projeção considerável na arte suave.

Seu irmão, o também lutador Wagnney Fabiano, foi seu maior incentivador. Foi ele que apostou em Leo e decidiu “patrociná-lo” por um ano para que pudesse perseguir o sonho de ser lutador. “Em um ano, minha vida se transformou”, lembra Leo. “Fui eleito número 1 dos leves no mundo, ninguém mais me segurou. Consegui me manter e alcançar meus sonhos”. Seu irmão também o inspirou em um dos pontos altos de sua carreira. Em 2005, no ADCC, Leo derrotou o campeão meio-médio do UFC Georges St-Pierre com um armlock voador: golpe que havia visto Wagnney aplicando com sucesso pouco antes.

Por pouco, contudo, outro esporte não “roubou” Leo: o futebol. Aos 15 anos, mesmo ano em que foi campeão mundial de jiu-jitsu, ele foi selecionado em uma peneira do Botafogo. Contudo, curtindo o glamour do jiu-jitsu – “eu ganhei fama, as meninas iam em cima, não ia largar nem sonhando”- brinca. Optou por seguir na luta, com o objetivo de ser o número 1 do jiu-jitsu. Agora, aos 33 anos, Leo anota 11 vitórias e três derrotas no MMA e, na casa do The Ultimate Fighter Brasil 2, tem a chance de construir no novo esporte a impressionante reputação que garantiu seu nome no topo do jiu-jitsu nacional.

•    Pro since 2002

•    Lost pro debut to Takanori Gomi via majority decision in Shooto

•    Eight wins by submission, one by KO

•    Nine first round finishes

•    Last pre-TUF win was 75 second submission of UFC vet Mark Holst

Carreira

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