"Normalmente tenho que treinar de tudo. Nunca tive oportunidade de mostrar meu chão na luta, mas que sabe nessa pode acontecer. Tenho que estar treinada. Por isso venho treinando e aprimorando. O que venho treinando com o Cobrinha talvez possa colocar em prática", disse a campeã em entrevista ao site do Canal Combate, se referindo aos treinos com Rubens Charles Cobrinha na Califórnia.
Será a segunda vez que Cyborg defenderá o seu título - venceu Holly Holm por decisão dos juízes na primeira. A rival da vez fará sua estreia no Ultimate, mas tem um cartel com dez vitórias e três derrotas e, segundo a brasileira, fará o possível para impor o seu jogo de grappling e conquistar o cinturão da categoria.
"Assisti a luta com a Tonya (Evinger), teve uma que ela ganhou (que virou “No Contest) e outra que ela perdeu. Acho que ela é do grappling e tem um pouco (de conhecimento) em pé. Lutava no 135 (libras, peso-galo), mas acho que em uma das lutas estava muito acima do peso e a comissão falou para ela subir. Ela é uma real 145 libras (peso-pena), meu peso. Não gosto de assistir muito as lutas das meninas com quem vou lutar, deixo para os meus técnicos. Acho que ela vai tentar levar para o chão e fazer um jogo assim", analisa Cyborg.