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Gleison Tibau fala sobre rivalidade com adversário: 'a gente leva pro pessoal'

Brasileiro enfrenta Abel Trujillo, que treina na Blackzilians, no UFC São Paulo

O potiguar Gleison Tibau volta ao octógono em 7 de novembro, quando enfrenta Abel Trujillo no UFC São Paulo, no Ginásio do Ibirapuera. Aos 32 anos, ele está se preparando para fazer seu 26 confronto no Ultimate, sendo o brasileiro que mais vezes atuou pela organização.
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“Fico muito orgulhoso quando analiso minha carreira. Entrar no UFC é difícil, mas se manter no UFC é mais difícil ainda”, disse Tibau, revelando que o segredo para continuar no topo é estar sempre preparado e atento aos novos lutadores que surgem no evento. “Os melhores atletas estão no UFC, é uma liga muito competitiva”.

Além de lutar em seu país, Tibau terá outra motivação o UFC São Paulo. É que Trujillo treina na Blackzilians, academia que também fica em Miami e é uma das maiores rivais da American Top Team. “A questão da rivalidade entre as academias também influência, já que a gente acaba puxando para o lado pessoal”, disse o brasileiro.

Mais uma luta no Brasil, torcida faz diferença?
É sempre muito empolgante lutar no Brasil, é uma motivação a mais. A gente sente a força e a energia da torcida. Toda aquela gritaria é importante para a gente continuar se preparando cada vez mais. Vou lutar contra um estrangeiro, então a torcida estará toda comigo. Não tem como explicar a sensação, é realmente muito inspirador.

Vai fazer a 26 luta, qual o segredo para continuar em alto nível?
Fico muito orgulhoso quando analiso minha carreira. Entrar no UFC é difícil, mas se manter no UFC é mais difícil ainda. Precisamos estar sempre de olho nas novidades e procurar a renovação. Os melhores atletas estão no UFC, é uma liga muito competitiva. O segredo é procurar sempre inovar, fazer boas lutas e estar sempre preparado.

Trujillo treina em uma academia rival, isso te motiva mais?
Ele treina na academia que é nossa grande rival, também conta com muitos brasileiros. Ele é bastante explosivo, tem um boxe muito bom e é super agressivo. Tive um período muito bom de preparação, a luta vai ser excelente. Ele vai entrar no octógono e ir para a porrada, eu também. A questão da rivalidade entre as academias também influência, já que a gente acaba puxando para o lado pessoal.

Você vinha com três vitórias, a quebra dessa sequência pode atrapalhar? 
Vinha embalado de boas vitórias, fazendo boas lutas, mas na última meu rival foi superior e encaixou um golpe que me finalizou. Ele realmente me surpreendeu, estava muito forte naquele noite. Já era para eu ter voltado ao octógono, mas é bom ter mais tempo para me preparar, os fãs podem esperar um Tibau diferente.
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