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O Esporte

As melhores lutas de 2018

Agora que 2018 ficou para trás, vamos relembrar as 10 melhores lutas do ano no Octógono

Uma ótima luta é a tempestade perfeita. Coloque dois lutadores juntos e você nunca sabe o que acontecerá, mas quando ambos têm a intenção de provar um ponto contra o outro e os estilos combinam, ela se torna mais do que uma competição atlética. Quando isso acontece, não há nada melhor em todo esporte.

CHICAGO, ILLINOIS - JUNE 09:  (R-L) Robert Whittaker of New Zealand lands a front kick to the face of Yoel Romero of Cuba in their middleweight fight during the UFC 225 event at the United Center on June 9, 2018 in Chicago, Illinois. (Photo by Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images)
ROBERT WHITTAKER-YOEL ROMERO 2

É isso o que você busca em uma disputa de título. Ação de alto nível, intensidade, drama, bons momentos para ambos e um final apertado, alguns dirão controverso, que nesse caso foi a favor de Whittaker. Eu veria Robert Whittaker e Yoel Romero lutarem pela terceira vez? Com certeza absoluta.

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DUSTIN POIRIER-JUSTIN GAETHJE

Todos esperavam uma guerra entre Dustin Poirier e Justin Gaethje, e receberam tudo o que pediram e mais, com Poirier atravessando o fogo que Gaethje jogou contra ele com paciência e postura, até vencê-lo no quarto round.

YAIR RODRIGUEZ-CHAN SUNG JUNG

No papel, este duelo entre os pesos pena Yair Rodriguez e Chan Sung Jung tinha todos os elementos para soltar faíscas, e nenhum dos lutadores desapontou em uma batalha lá e cá que literalmente foi decidida no último segundo, quando um nocaute espetacular rendeu a Rodriguez a vitória.

MAX HOLLOWAY-BRIAN ORTEGA

Independentemente se você admira o calibre de campeão de Max Holloway em colocar de lado o pior ano de sua carreira e manter seu cinturão peso pena com, possivelmente, a melhor performance de sua carreira, ou o espírito guerreiro de Ortega ao se recusar a desistir durante os piores momentos que já viveu no Octógono, a luta principal do UFC 231 ofereceu algo a todos, e foi uma das raras lutas em que não houve um perdedor.

TONY FERGUSON-ANTHONY PETTIS

Como Rodriguez-Jung, algo teria que dar muito errado para que uma luta entre Tony Ferguson e Anthony Pettis não fosse emocionante, então não foi surpresa que “El Cucuy” e “Showtime” fizeram o Octógono ferver durante 10 intensos minutos no UFC 229. Ferguson saiu vencedor por nocaute técnico após dois rounds, mas Pettis deixou os fãs felizes com seu retorno à velha forma no maior palco do esporte.

RONALDO JACARÉ-CHRIS WEIDMAN

Uma troca tardia de oponente, de Luke Rockhold a Ronaldo Jacaré, não ajudou Chris Weidman em termos de montar sua estratégia para o UFC 230, mas Weidman se ajustou bem no início contra o brasileiro, vencendo dois rounds nas papeletas de dois jurados, até que o brasileiro encerrou o combate no terceiro com um memorável nocaute.

THIAGO MARRETA-JIMI MANUWA

Vamos dizer que essa luta é aquela que eu adorei, mas com ressalvas, em 2018. Sim, a técnica foi deixada de lado em alguns momentos, e diversas vezes pareceu uma briga de rua ao invés de um duelo de artes marciais mistas, mas foi uma beleza a trocação entre Thiago Marreta e Jimi Manuwa, um confronto entre dois nocauteadores que correspondeu às expectativas.

CALVIN KATTAR-SHANE BURGOS

Outro lembrete da diferença entre MMA e boxe são os confrontos entre duas promessas antes de chegar ao auge do esporte. E quando Calvin Kattar e Shane Burgos colidiram, provaram por que esses duelos são tão interessantes. Sim, Kattar saiu do Octógono com a vitória, mas Burgos não desceu nenhum degrau com a derrota.

DREW DOBER-FRANK CAMACHO

Com três aparições no UFC e três bônus de Luta da Noite no processo, Frank Camacho rapidamente se tornou um lutador imperdível, e apesar de ter perdido duas dessas lutas, aposto que se você vê-lo competir, você se lembrará das lutas, e não do resultado. Nesta, Dober levou a decisão em um combate de 15 minutos em que ambos meio-médios deixaram tudo no Octógono.

ZABIT MAGOMEDSHARIPOV-KYLE BOCHNIAK

Ele é a estrela em ascensão favorita de todos, e a base de fãs de Zabit Magomedsharipov apenas cresceu após sua vitória em três rounds sobre Kyle Bochniak. Não, não foi aquela luta com resultado duvidoso no final, mas em um combate no qual Magomedsharipov era franco favorito, Bochniak pressionou do início ao fim, disposto a receber um golpe para dar outro, empolgando os fãs e recebendo um merecido bônus de Luta da Noite.

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