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Motivos para ver: UFC 228

Confira cinco razões para não perder o evento deste sábado (8)

Com duas disputas de cinturão nas lutas principais, fica fácil dizer que não se pode perder o UFC 228. Mas conforme você confere o restante do card deste sábado (8) em Dallas, nos Estados Unidos, percebe que ele vai muito além disso. Nós listamos cinco razões para você não deixar de assistir o evento - e ainda estamos achando pouco.
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Chegou a 'Era Till'?
Jovem, invicto, nocauteador, carismático: Darren Till tem todos os atributos de uma estrela do esporte, e, se já é o maior expoente do MMA no Reino Unido após a aposentadoria de Michael Bisping, poderá conquistar o mundo caso destrone Tyron Woodley na luta principal deste sábado.
Till tem afirmado que é o maior lutador que já existiu, e apesar de Woodley reconhecer os atributos do adversário, afirma que o inglês é o futuro, enquanto ele ainda é o presente da divisão até 77kg. Em busca de sua quarta defesa de cinturão, o norte-americano não empolgou os fãs nas duas últimas vitórias sobre Demian Maia e Stephen Thompson, e quer se reafirmar no topo com uma performance dominante sobre a jovem sensação inglesa. Receita para um show.
É a vez de Shevchenko?
Valentina Shevchenko tem grande favoritismo nas bolsas de apostas para o duelo contra Nicco Montano pelo cinturão peso-mosca, apesar de ser a desafiante ao título. A seu favor, ela tem um ótimo currículo no peso-galo, com apenas duas derrotas (em lutas apertadas) para Amanda Nunes, e uma estreia brilhante na divisão até 57kg, contra Priscila Cachoeira em Belém.
Montano, por outro lado, conviveu com o papel de azarona durante toda sua participação no TUF 26, quando foi a antepenúltima escolhida. Quatro lutas depois, ela ergueu o cinturão do Ultimate. Esta será a luta mais difícil de sua carreira - mas todas as últimas também foram. Será esta mais uma surpresa da campeã, ou o começo de um longo reinado da desafiante?
O colecionador de prêmios
Se há duas semanas Justin Gaethje conquistou seu quinto bônus pós-luta em sua quarta apresentação no Octógono, neste sábado é a vez de Zabit Magomedsharipov tentar manter sua “invencibilidade” em premiações.
O russo faturou três bônus em suas três primeiras lutas pelo Ultimate, e se por um lado não fará o aguardado duelo contra Yair Rodriguez, que deixou o card deste final de semana devido a uma lesão, terá contra o substituto Brandon Davis mais uma oportunidade de demonstrar por que tem sido apontado como o futuro da divisão até 66kg.
O que vem a seguir para Rose?
Rose Namajunas se consolidou no topo da divisão peso-palha com a segunda vitória seguida sobre a ex-campeã Joanna Jedrzejczyk. E enquanto se recupera de lesões, o UFC 228 pode preparar o seu futuro.
Isso porque no card principal, a 2ª colocada no ranking, Jessica Andrade, encara a 4ª, Karolina Kowalkiewicz, com ambas embaladas por duas vitórias consecutivas. Um pouco antes, na última luta do preliminar, a ex-campeã Carla Esparza (6ª) mede forças com a invicta Tatiana Suarez (9ª). Dois duelos chave para a categoria.
Pioneiros em ação
Eles podem não estar mais em seus auges, não postularem mais disputas de cinturão, mas sempre carregam muita história e coração para dentro do Octógono. Estou falando de Jim Miller e Diego Sanchez.
Os dois veteranos sobem ao Octógono no card preliminar do evento, servindo como duros testes aos jovens Alex White e Craig White, respectivamente. Aos fãs mais antigos, um sentimento de nostalgia; aos mais novos, uma chance de prestigiar dois guerreiros que ajudaram a escrever a história da organização. Ah, e Miller também se tornará, pelo menos por enquanto, o atleta que mais vezes competiu no UFC, completando sua 30ª luta.
O UFC 228 terá transmissão ao vivo e exclusiva do Combate neste sábado, a partir de 19h (horário de Brasília).
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