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Objetivos e ambições: Thales, Reis e Bidu prontos para os desafios em Tulsa

Trinca nacional entra em ação no Fight Night de sábado


 
Além de Rafael dos Anjos (leia entrevista aqui), que faz o main event da noite contra Ben Henderson, mais três brasileiros sobem ao octógono do Fight Night Tulsa, no sábado à noite.

Com três vitórias consecutivas desde que retornou ao Ultimate, o peso médio Thales Leites confia em manter a média contra o francês Francis Carmont. Famoso pelo jogo de grappling, o lutador carioca diz ter artifícios de sobra para encarar um dos melhores neutralizadores da categoria.

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“Vim para este desafio 'dançar conforme a música'. Vai ser chumbo trocado em qualquer situação. Não pode deixar ele (Carmont) gostar do combate, a tomada de ritmo que ele impõe é muito intensa. Esse é o segredo. Meu jogo não é o mesmo do passado, tenho colocado em prática muita coisa diferente nos treinos. Tanto que venci a última por nocaute (contra Trevor Smith, em abril). Tudo pode acontecer”, disse o lutador.

Após disputar o cinturão em 2011 e perder do então campeão Anderson Silva, Leites avalia o reinado de Chris Weidman como providencial para a categoria. "A mudança de cinturão foi essencial para reciclar objetivos gerais entre os lutadores. Ele (Weidman) é o cara a ser batido, mas tem pelo menos oito ou dez caras no ranking que podem fazer frente a ele. Os médios ganharam muito em emoção", afirmou. 

O peso leve Valmir Lazaro estreia pelo Ultimate. Cria da Nova União, o lutador baiano radicado no Rio de Janeiro tem no combate contra James Vick a chance para deixar boa impressão, mas prega cautela pelas circunstâncias.

“Estou invicto há 11 lutas, a responsabilidade sempre é grande, mesmo sabendo que no UFC isso ‘zera’ tudo. É outro mundo. Chegou o meu momento. Esperamos tanto por esse dia (estreia pelo UFC) que a gente sempre”, disse o atleta.

Com uma vitória e uma derrota no UFC, Wilson Reis tenta nova sorte na organização. Após iniciar a carreira como pena, lutou como galo, e agora debuta na divisão até 56kg contra Joby Sanchez. O brasileiro se diz plenamente adaptado à velocidade e o nível de versatilidade exigidos na nova categoria.

“Sempre fui um cara rápido, foquei mais o treino na parte de transições, porque isso realmente é bem intenso nos moscas. Assim, busquei alguns atalhos para facilitar o uso de minhas habilidades de solo, meu grande carro-chefe”, afirmou.