Pular para o conteúdo principal

Rafael Sapo: confiança para dar vôos maiores no Ultimate

Brasileiro enfrenta Uriah Hall no card preliminar do UFC 187, neste sábado (23)


Prestes a encarar Uriah Hall no card preliminar do UFC 187, neste sábado (23), o peso-médio Rafael Sapo está confiante de que conseguirá conquistar sua oitava vitória no Ultimate. Sabendo que irá enfrentar um excelente striker, conhecido como “Homem Ambulância” por ter mandados dois oponentes do TUF diretamente para o hospital, além de Ron Stallings em sua última luta, Sapo mostra tranquilidade quanto sua parte em pé, e acredita que pode surpreender caso o combate fique focado mais na trocação.

- Assine o Canal Combate e não perca nenhum momento do UFC

“Eu melhorei minha parte em pé – meu boxe com Mark Henry e meu muay thai com Phil Nurse. Minha trocação é boa, então não estou muito preocupado com o que ele irá apresentar em pé. Mas é claro que preciso ser cuidadoso. As pessoas costumam subestimar o jogo de chão dele, mas ele também é muito bom em jiu-jitsu, apesar de eu ser melhor. Há poucos lutadores na minha divisão que tem um jiu-jitsu bom igual ao meu. Sinto que agora é minha hora”, disse em entrevista ao UFC.

- Visite a UFC Store

Discípulo de Renzo Gracie e professor da academia de seu mestre em Nova York, o brasileiro de 32 anos sabe da importância de participar de mais um evento grande em sua carreira, e acredita que uma vitória sobre o jamaicano fará com que dê passos ainda maiores em uma das categorias mais disputadas na organização.

“Essa é uma grande oportunidade para mim. O Uriah tem muitos fãs e muitas pessoas o conhecem por conta do TUF. É um grande evento, com duas lutas pelo cinturão, então muitas pessoas irão assistir. Uriah é um cara bacana e não gosta de ferir os outros, mas ele vai tentar me nocautear e eu preciso fazer isso primeiro do que ele. Mal posso esperar para entrar no octógono.”

Veja mais sobre o UFC 187:
- TOP 5: os melhores nocautes de Belfort
- Durinho, pupilo de Belfort, provoca Weidman: “Vamos batizar a faixa dele”
- Weidman x Belfort: para enterrar o clichê do “Duelo de Gerações”