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Retorno valorizado empolga Rony Jason, que promete troca de tiros com Bermudez

Brasileiro faz a luta co-principal do UFC Salt Lake City neste sábado (6)

 
Desde a última vez que Rony Jason pisou no octógono, muita coisa mudou no Ultimate. Por exemplo, houve mais de 10 trocas de cinturões, incluindo na sua categoria a dos penas.
Fora de ação desde maio de 2015 devido a uma suspensão, o brasileiro volta à ação neste sábado (6), na luta co-principal do UFC Salt Lake City, e, em conversa com a reportagem do UFC Brasil, falou sobre o que significou o tempo afastado, tanto física, quanto mentalmente.
“É um pouco complicado pelo nível atual do MMA passar um ano parado, mas amadureci como lutador e pessoa nesse tempo. Às vezes acontecem coisas que são boas para a gente selecionar melhor quem está do nosso lado”, desabafou Jason, “Mas já estive nessa situação, da última vez, também estava há um ano parado e voltei vencendo no primeiro round. Sou uma incógnita na categoria, porque mesmo depois de muito tempo parado posso vencer qualquer um”.
O Ultimate parece concordar com o brasileiro. Já em seu retorno, Jason terá pela frente ninguém menos que Dennis Bermudez, atual oitavo colocado no ranking da divisão, e na segunda luta mais importante da noite.
“Eu não esperava, é luta dura, mas fico feliz pelo UFC me ver assim. Eles querem ver grandes lutas e me veem como um cara que pode estar brigando”, comentou Rony, “Ranking, para mim, não importa muito. Qualquer um pode ser campeão. A prova é o Conor McGregor, que chegou do nada e acabou com o cinturão. Então este vai ser apenas mais um adversário para mim”.
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Um dos mais experientes lutadores da divisão, Dennis Bermudez tem apenas duas derrotas em seus últimos 10 combates, para Jeremy Stephens e Ricardo Lamas, dois dos principais nomes da categoria.
O norte-americano de ascendência porto-riquenha venceu a única luta que disputou em 2016 até o momento, superando Tatsuya Kawajiri em decisão unânime dos jurados, e busca o segundo triunfo consecutivo para voltar a brigar entre os Top 5.
“O ponto forte dele é o vigor físico e a boa movimentação, ele é um lutador bem atlético e explosivo”, analisou o brasileiro, “O fraco é o submission. A maioria de suas derrotas foram por finalização, então vamos explorar esse lado. Isso não quer dizer que eu não queira trocar. Quero sentir o peso da mão dele, e quero que ele sinta o peso da minha”.
Ao lado de Conor McGregor, Rony Jason é o lutador que, em média, passa menos tempo no octógono em suas lutas. E no que depender dele, o confronto deste sábado tem tudo para acabar rápido mais uma vez.
“O público pode esperar aquele cara que entra para matar ou morrer. Enrolar não é comigo. Posso morrer, mas vou morrer atirando”, concluiu.
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