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Thales Leites encara luta contra Gegard Mousasi como "teste de fogo" na categoria

Batalha de pesos-médios acontece no UFC Londres


O UFC Londres terá como luta principal o retorno de Anderson Silva contra Michael Bisping, mas o Spider não será o único defendendo a bandeira do Brasil na Terra da Rainha. No co-main event de 27 de fevereiro, Thales Leites encara o perigosíssimo Gegard Mousasi em luta válida pela categoria dos médios.

Em conversa com o UFC Brasil, o número 10 no ranking revelou que enxerga o duelo contra Mousasi como um teste para provar que merece figurar entre os melhores da categoria.

"O Mousasi é um cara duríssimo, foi top 10 em todos os eventos que lutou. Ele tem lutado com os melhores. É o que eu busco, o que eu almejo: me testar contra os melhores sempre, e ele com certeza é um teste de fogo", disse.

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Thales está em sua segunda passagem pelo UFC. Na primeira, chegou até a disputar o título contra o então campeão Anderson Silva, e agora acumula cinco vitórias em seis aparições no octógono. Aos 34 anos, o niteroiense afirma que a experiência faz com que ele seja um lutador melhor.

"É engraçado, porque eu supostamente deveria estar me sentindo mais cansado, mas estou mais forte. Isso tudo é a maneira que você pensa e treina. Eu tenho muita gordura para queimar, tenho muito para fazer, e essa experiência que adquiri ao longo dos anos me faz melhor", afirmou.

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Confira a entrevista completa com Thales Leites.

O que passou pela sua cabeça quando te ofereceram a luta contra o Mousasi?

Fiquei feliz. O Mousasi é um cara duríssimo, foi top 10 em todos os eventos que lutou. Ele tem lutado com os melhores. É o que eu busco, o que eu almejo: me testar contra os melhores sempre, e ele com certeza é um teste de fogo.

Você acompanhou as últimas lutas dele?

Sempre achei que ele fosse um adversário em potencial. Sempre fui atencioso nas lutas dele, porque ele é da minha categoria e sabia que a gente poderia se cruzar. Estou feliz de enfrentar um lutador do calibre dele. Todo mundo diz que ele é um cara gente boa, e ele luta para frente. Ele ganhou de caras duros, e perdeu de caras duríssimos. Não é desmérito nenhum. Ele continua, para mim, sendo um top 10 em qualquer evento do mundo.

Quais são os pontos fortes dele?

Os pontos fortes dele são a experiência dele, porque já luta há muito tempo, a frieza e a mão pesada. Ele não costuma desperdiçar golpes.

Acredita que suas habilidades no chão farão a diferença nessa luta?

Independente de contra quem eu lutar, eu acredito no meu chão. Hoje em dia todo mundo sabe um pouco de cada coisa, e ele é um cara completo. Não importa o adversário, acredito no meu chão, assim como ganhei muita confiança no meu jogo em pé. Sinto que posso trocar com qualquer um. Quem for mais versátil e quem errar menos ganha.

Estamos em uma era de lutadores mais velhos ocupando o topo das categorias, como Daniel Cormier e Fabrício Werdum. Você tem 34 anos. Acha que a experiência te ajuda?

Eu sou outro lutador. É a minha segunda passagem pelo UFC, agora me sinto muito completo, mais forte fisicamente e principalmente mentalmente, e estou mais velho. É engraçado, porque eu supostamente deveria estar me sentindo mais cansado, mas estou mais forte. Isso tudo é a maneira que você pensa e treina. Eu tenho muita gordura para queimar, tenho muito para fazer, e essa experiência que adquiri ao longo dos anos me faz melhor.

O que esperar dessa luta?

Acho que ele vai vir agressivo como sempre, andando para a frente e buscando a luta. Por ser um lutador completo, ele se sente confiante em todas as situações. Eu vou fazer o mesmo. Vai ser um tentando abafar o outro e impor seu jogo. Tem tudo para ser um lutão.