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Top 10: Melhores finalizações de brasileiros em 2016

Relembre alguns dos atletas que melhor colocaram o jiu-jítsu em prática neste ano

O Brasil é o país que ensinou o jiu-jítsu ao mundo, de onde sai a imensa maioria dos campeões mundiais da modalidade, e que tem alguns dos melhores representantes da arte no UFC.
Em 2016, foram diversas demonstrações de técnica e vitórias importantes conquistadas através de finalizações, e aqui vai uma seleção das 10 melhores, em ordem cronológica.
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Demian Maia x Matt Brown
Após toda a provocação de Matt Brown durante a semana que antecedeu o UFC Brasília, não bastava que Demian Maia vencesse o norte-americano para satisfazer a torcida, ele precisava finalizá-lo. Com total controle da luta, Demian basicamente não foi encostado por Brown, que, por sua vez, resistia bravamente às tentativas de finalização. Mas com muita técnica e pressão, Demian conseguiu colocar o antebraço sob o queixo de Brown e, mesmo com apenas uma mão, assegurou o mata-leão que lhe deu sua quinta vitória seguida - à época - e levou o público brasileiro ao delírio.

Gilbert Burns x Lukasz Sajewski
Vindo de sua primeira derrota na carreira, Gilbert Durinho precisava de uma grande performance para se reafirmar, e foi exatamente o que fez contra o polonês Lukasz Sajewski. O brasileiro, a princípio, aceitou a trocação, mas após atordoar o adversário com duros golpes, levou a luta para o chão e, com muita técnica, encaixou uma justíssima chave de braço a poucos segundos do fim do primeiro assalto.
Vicente Luque x Alvaro Herrera
Vicente Luque foi um dos melhores lutadores de todo o plantel do UFC em 2016, e a vitória sobre Alvaro Herrera foi o primeiro passo para este grande ano. Pela segunda vez consecutiva no octógono, o brasileiro usou uma variação de um triângulo de mão para finalizar o combate com aquele que um de seus golpes preferidos no chão.
Amanda Nunes x Miesha Tate
Possivelmente a finalização mais importante da lista começou em pé. Desafiando o cinturão peso-galo na luta principal do maior evento do ano, o UFC 200, Amanda Nunes não tomou conhecimento da então campeã Miesha Tate e a castigou na trocação. Miesha, acuada, se encolheu no chão, e abriu a brecha para a faixa-preta de jiu-jítsu colocar os ganchos e facilmente encaixar o mata-leão que fez da “Leoa” a primeira mulher brasileira campeã no Ultimate.

Rani Yahya x Matthew Lopez
Rani Yahya é um dos atletas de luta agarrada mais duros do Ultimate, e geralmente busca finalizações das mais variadas posições no chão. Contra Matthew Lopez, foram três rounds de muitas transições e ataques, até encaixar um katagatame justo, do qual o norte-americano não foi capaz de atacar, e que rendeu a brasileiro aquela que era, na ocasião, sua terceira vitória consecutiva na divisão dos galos - hoje, já são quatro.
Demian Maia x Carlos Condit
Após vencer Brown, Demian tinha cinco vitórias seguidas, sendo duas por finalização, e escalava rapidamente o ranking dos meio-médios. Entretanto, embora quisesse uma disputa de cinturão, o brasileiro nunca negou desafios, e enfrentou um dos grandes ao ser escalado para enfrentar o ex-campeão interino dos meio-médios Carlos Condit na luta principal do UFC Vancouver. Com toda a tranquilidade, Demian executou sua estratégia com perfeição, finalizou no primeiro round, venceu a sexta seguida e deu a Condit uma derrota que o “Assassino por Natureza” nunca havia experimentado no octógono.

Jessica Andrade x Joanne Calderwood
Em 2016, Jessica Bate-Estaca decidiu descer para o peso-palha após sete lutas no octógono como peso-galo, e esta se provou a melhor decisão para sua carreira. Após estrear nocauteando a ex-desafiante ao cinturão Jessica Penne, a brasileira dominou outra grande promessa da divisão, a escocesa Joanne Calderwood, durante todo o primeiro assalto na luta entre as duas, finalizando com uma guilhotina com menos de 30 segundos no relógio.
Henrique da Silva x Joachim Christensen
Após estrear no Ultimate com nocaute, Henrique Frankenstein queria deixar uma boa impressão em sua segunda luta, e sua vitória foi valorizada pelo adversário. Christensen impôs dificuldades ao brasileiro e, em um dos momentos de domínio mais claro do dinamarquês, Frankenstein mostrou grande domínio das transições no chão, raspou, pegou as costas e rapidamente encaixou uma chave de braço para definir o combate.
Iuri Alcantara x Brad Pickett
Embora não esteja mais no auge de sua carreira, Brad Pickett é sempre um teste duro para qualquer peso-galo. Iuri Marajó foi enfrentá-lo na Inglaterra, casa de Pickett, em outubro, e mal deu tempo para a torcida inglesa vaiá-lo. Em menos de dois minutos, o brasileiro conectou cotovelada rodada, aplicou knockdown, armou chave de braço e encaixou um triângulo, concluindo uma das performances mais dominantes do ano, merecidamente premiada no evento.

Pedro Munhoz x Justin Scoggins
Das quatro vitórias de Pedro Munhoz no octógono, três foram com guilhotinas. E bastou uma perda de equilíbrio de Justin Scoggins no segundo round para que o brasileiro resolvesse uma complicada luta com seu melhor golpe, levando ao delírio a torcida de sua cidade natal, São Paulo, no último mês de novembro.
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