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Top 10: Momentos brasileiros no UFC

Relembre as principais façanhas envolvendo o país no octógono

Casa de lutadores icônicos e fãs apaixonados, o Brasil sempre foi o lar espiritual do MMA e, de Gracie a Nunes, a história do país no esporte está intercalada com a história do UFC. Apesar de ser difícil narrá-la em uma lista como esta, aqui estão os 10 melhores momentos brasileiros na história do UFC.
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1993
Royce Gracie vence o primeiro torneio
No papel, Royce Gracie não tinha a menor chance. Mas na realidade foram todos os outros que não tiveram chances no primeiro torneio do UFC, dia 12 de novembro de 1993, contra o jovem esguio de quimono que usou o então misterioso estilo do jiu-jítsu para finalizar Art Jimmerson, Ken Shamrock e Gerard Gordeau em apenas uma noite. Naquela noite, um esporte e a lenda dos Gracie nasceram para o mundo.
1997
A estreia de Vitor Belfort
Na época do UFC 12, os fãs do esporte já haviam visto mestres do jiu-jítsu, wrestlers de nível mundial e brigadores valentões dentro do octógono. Mas não haviam visto nada como Vitor Belfort. Com apenas 19 anos, o carioca atropelou Tra Telligman e Scott Ferrozo em somados dois minutos com mãos rápidas como lâminas que deixavam os oponentes atordoados por anos. É claro, o “Fenômeno” teve grandes conquistas nos anos seguintes, mas vê-lo como um adolescente naquela época era outra coisa.
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2006
A estreia de Anderson Silva
A chegada de Anderson Silva ao UFC em 2006 foi cercada de expectativa, mas também um pouco de mistério, já que ele era reverenciado pelos fãs mais assíduos, mas desconhecido do grande público norte-americano. Mas em 28 de junho, demorou apenas 49 segundos para que o Spider fizesse sua introdução, nocauteando o queixo de aço de Chris Leben com facilidade. Após a luta, perguntei para ele como ele desenvolveu essa trocação de outro mundo. Ele respondeu: “Sou um dos X-Men”.

2008
Minotauro conquista o título dos pesos-pesados
Mesmo se Rodrigo Minotauro nunca tivesse lutado no UFC, sua carreira no Pride já seria suficiente para considerá-lo um dos maiores pesos-pesados de todos os tempos. Mas Minotauro não havia se dado por satisfeito após seus dias no Japão e, no UFC 81, em fevereiro de 2008, sua segunda vitória no Ultimate lhe rendeu o título interino dos pesados do UFC, em uma vitória de virada por finalização sobre Tim Sylvia. Minotauro riu por último quando declarou: “Eu joguei o jogo dele por quase três rounds. Ele jogou o meu jogo por dois minutos e eu venci a luta”.

2010
Silva x Sonnen I
Após uma guerra de palavras e quatro rounds de completo domínio, Anderson Silva estava prestes a perder o título dos pesos-médios, que ele havia defendido seis vezes, para Chael Sonnen na luta principal do UFC 117. Porém, no quinto e último round, Anderson encontrou a brecha que precisava e encaixou o triângulo que fez Sonnen bater a menos de dois minutos do final do combate. Foi a vitória mais significativa da carreira de um grande lutador, uma na qual ele provou que mesmo no dia de caçado, e não de caçador, ele era capaz de vencer.
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2011
O retorno ao Brasil
O primeiro evento do UFC no Brasil aconteceu em 1998, e apesar de ter tido duas disputas de cinturão, com Frank Shamrock e Pat Miletich se consagrando, além dos nocautes das estrelas brasileiras Vitor Belfort e Pedro Rizzo sobre Wanderlei Silva e Tank Abbott, respectivamente, demorou quase 13 anos para o octógono voltar ao lar do MMA. Porém, em agosto de 2011, o UFC 134 enlouqueceu uma lotada HSBC Arena no Rio de Janeiro. De 11 lutas com atletas do país, os brasileiros venceram 10. Os maiores vitoriosos da noite foram três lendas do esporte: Anderson Silva, Mauricio Shogun e Rodrigo Minotauro.

2011
Junior Cigano conquista o cinturão dos pesados
Uma semana antes de uma das maiores lutas da história do MMA entre Mauricio Shogun e Dan Henderson, o esporte mudou para sempre quando Junior Cigano desafiou o cinturão de Cain Velasquez em TV aberta nos Estados Unidos. Uma das lutas mais esperadas em anos acabou em apenas 64 segundos, com Cigano nocauteando Velasquez e tomando o cinturão, um resultado que atraiu toda uma nova base de fãs interessados no que realmente era o MMA.
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2011
O épico
Um dos lutadores mais reverenciados do Brasil é Mauricio Shogun, e por uma boa razão. Ex-campeão meio-pesado do UFC, e vencedor do GP do Pride, Shogun lutou com todos que foram colocados na sua frente e, ganhando ou perdendo, ele sempre aparece buscando o nocaute ou a finalização. Mas foi uma luta decidida pelos jurados, e que ele perdeu, que nunca será esquecida. No UFC 139, em novembro de 2011, Shogun enfrentou Dan Henderson em uma luta dos sonhos para os fãs mais antigos. Por 25 minutos, os dois não apenas corresponderam às expectativas, mas as superaram, com uma luta franca que ficará na história. Henderson levou a decisão, mas se tem uma luta que não teve perdedor, foi essa.

2012
Aldo vence Mendes e comemora com a galera
Chad Mendes era para ser o teste mais difícil da carreira de José Aldo. MAs quando o campeão peso-pena nocauteou Mendes no primeiro round da luta principal do UFC 142, em janeiro de 2012, Aldo foi tomado pela empolgação e a única maneira que encontrou de celebrar foi sair correndo do octógono e pulando em seus fãs na plateia. Não foi uma situação ideal para os seguranças, mas ninguém esquecerá este momento.

2016
Amanda Nunes vence Ronda Rousey
Ronda Rousey esteve invicta por tanto tempo, que poucos acreditaram que ela realmente havia perdido para Holly Holm em 2015. Isso significa que, quando Ronda voltou, em dezembro de 2016. ela ia atropelar Amanda Nunes e recuperar seu cinturão peso-galo. Amanda tinha outros planos e, na luta principal do UFC 207, a “Leoa” defendeu seu cinturão com um nocaute em 48 segundos de luta, que consolidou a brasileira no topo da divisão, e manteve seu país nas manchetes do mundo dos esportes.
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