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Top 10: Revanches que você precisa assistir novamente

Confira uma lista com algumas rivalidades que marcaram época no Ultimate

Revanches geralmente têm uma energia diferente, com os fãs aguardando ansiosamente por dois rivais resolvendo suas diferenças no octógono.
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As memórias da primeira luta e a tensão que frequentemente ainda existe entre os combatentes acaba criando uma grande expectativa até que os dois competidores voltam ao octógono e fazem tudo de novo, com fãs e atletas observando da ponta de suas cadeiras enquanto esperam ver o que vai acontecer de diferente desta segunda vez, se é que vai ser diferente.
E a contrário de Hollywood, a continuação é quase sempre tão boa ou melhor que a original.
Com Tyron Woodley e Stephen Thompson escalados para disputarem mais uma vez o cinturão dos meio-médios no dia 4 de março, no UFC 209, é hora de criar uma lista com as melhores revanches que já passaram pelo octógono ao longo dos anos.
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PS: nós não estamos falando de expectativa; estamos falando da ação que tomou conta do octógono durante a revanche.
Este é o Top 10: Revanches que você precisa assistir novamente

Matt Hughes x Frank Trigg
Esta talvez seja a melhor luta da história do esporte que não passou do primeiro round. Com todo respeito aos outros combates com menos de cinco minutos que vimos ao longo dos anos, nenhum deles teve tanto drama e reviravoltas como este, ainda mais com um cinturão em disputa.
Existe uma razão para que esta luta tenha sido eleita para o Hall da Fama do UFC.
Um golpe acidental nas partes baixas abriu o caminho para Trigg, e ele capitalizou botando pressão no campeão Matt Hughes. Com um mata-leão encaixado, Trigg parecia estar prestes a tirar Hughes do topo da divisão, mas o aluno de Pat Miletich não estava acabado. Ele se livrou, levantou Trigg nos ombros, o carregou pelo cage e o arremessou com toda a força no chão logo antes de encaixar seu próprio estrangulamento para vencer a luta.
Este ainda é um dos melhores momentos do UFC, e esta ainda é a luta preferida de Dana White em todos os tempos.
Spencer Fisher x Sam Stout
A primeira luta entre os dois foi marcada de última hora, com Fisher entrando no lugar de Kenny Florian e perdendo por decisão dividida em uma luta bem interessante.
Mais de um ano depois, eles se encontraram pela segunda vez com o benefício de uma preparação adequada, e o resultado foi uma das mais empolgantes revanches da história do UFC. Apesar de nem Fisher nem Stout terem conseguido uma sequência de vitórias boa o suficiente para chegarem a uma disputa de título, os dois foram brigadores que deram tudo de si toda vez que subiam ao octógono, e a batalha entre eles foi uma demonstração do quão duros e apaixonados pelo esporte os dois eram.
Cinco anos depois deste combate, eles se enfrentaram pela terceira vez, e Stout saiu vencedor por decisão unânime daquela que seria a última luta da carreira de Fisher.
Frankie Edgar x Gray Maynard
A “Luta do Ano” de 2011 aconteceu já no dia 1º de janeiro, com Edgar e Maynard pau a pau por 25 minutos com o título peso-leve em disputa, em um duelo que terminou em empate, precisando de um terceiro capítulo entre os dois lutadores que estarão para sempre ligados um ao outro.
Diferentemente de muitas lutas nesta lista, o primeiro encontro entre os dois não foi daqueles que deixou muitos pedindo pela revanche, e o segundo encontro só aconteceu depois que Edgar se consagrou campeão da divisão e Maynard venceu adversários suficientes para se credenciar como o desafiante.
Apesar de não ter tanta expectativa, o combate foi elétrico, com Maynard chegando muito perto de nocautear Edgar no primeiro round. De alguma forma, o campeão voltou inteiro para o segundo assalto, e aí começou o clássico.
Os placares se anularam - um 48-46 para cada um, e um 47-47 - e uma terceira luta foi necessária. Ela aconteceu 10 meses depois e, como já era esperado, Edgar e Maynard fizeram outro combate histórico, com o campeão novamente em apuros no primeiro round antes de se recuperar e nocautear Maynard, mantendo o título.

Dominick Cruz x Urijah Faber
Dois dos maiores nomes a chegarem ao UFC vindo do WEC, Cruz e Faber também eram grandes rivais, e um segundo encontro entre os dois pareceu o palco certo para a primeira disputa de cinturão peso-galo da história da organização.
Faber havia sido o primeiro e único a derrotar Cruz quatro anos antes, finalizando-o com uma guilhotina em disputa pelo cinturão peso-pena do WEC. Enquanto Faber estava no auge de seu domínio à época, Cruz ainda estava se descobrindo como lutador. Duas lutas depois, ele iria descer para os galos e começar uma trajetória dominante que foi interrompida apenas na penúltima luta do UFC ano passado.
A tensão entre eles estava alta quando subiram no octógono em uma luta que foi como uma partida de xadrez, com Cruz usando sua movimentação para acertar Faber, enquanto o líder da Alpha Male contragolpeava com sua combinação de velocidade e força na curta distância.
Os três jurados marcaram placares diferentes, mas todos viram vitória de Cruz, empatando a rivalidade. Cinco anos depois, eles finalmente subiram no octógono para uma terceira luta, com Cruz mantendo o cinturão com vitória por decisão unânime.
Frank Mir x Rodrigo Minotauro
Três anos antes, Mir pegou o cinturão interino dos pesados de Minotauro ao se tornar o primeiro a nocautear o brasileiro.
Quando eles se encontraram pela segunda vez, ambos estavam tentando voltar a pensar em uma disputa de cinturão e Mir novamente fez história, se tornando também o primeiro a finalizar Minotauro.
O momento final da luta começou com Minotauro deixando Mir com as pernas bambas ao conectar uma direita no queixo, o que fez Mir buscar a queda para sobreviver. Minotauro encaixou uma guilhotina, mas Mir escapou e ficou por cima, atacando com uma kimura da posição dos 100 quilos. O brasileiro rolou tentando se defender, mas Mir não soltou a pegada e acabou quebrando o braço do membro do Hall da Fama do Ultimate.
Esta não foi apenas uma das maiores revanches da história, mas foi também uma das maiores viradas já vistas no octógono.

Anderson Silva x Chael Sonnen
Esta foi perfeita, com expectativa, ação desde o início e um final sublime.
Sonnen não deixou que a derrota no último minuto para Anderson no primeiro encontro o fizesse desistir dos ataques verbais ao então campeão peso-médio antes da revanche, e quando o combate começou, muitos se perguntavam se o norte-americano seria capaz de terminar o que havia começado no UFC 117.
No início do segundo assalto, Anderson fechou a porta nesta possibilidade. Quando Sonnen escorregou ao tentar um soco rodado, o Spider atacou, conectando uma joelhada no peito antes de nocautear o norte-americano com uma sequência de golpes na grade.
Dan Henderson x Mauricio Shogun
Ao longo dos cinco rounds no UFC 139, Henderson e Shogun deixaram tudo o que tinham no octógono, realizando uma das melhores lutas já vistas no octógono. Dois anos depois, com ambos buscando uma última chance de chegar a uma disputa de título na divisão dos meio-pesados, eles dividiram o octógono pela segunda vez, e o resultado não foi menos emocionante.
Apesar de não ter sido tão épico quanto da primeira vez, o duelo também recebeu prêmio de “Luta da Noite”. Shogun começou forte buscando empatar a questão, até que Hendo o freou com a famosa “Bomba H”, no início do terceiro assalto.
Ambos tiveram tremendo sucesso ao longo de suas gloriosas carreiras, mas seus momentos mais brilhantes no octógono vieram quando eles se enfrentaram.

José Aldo x Chad Mendes
Uma segurada na grade e uma joelhada avassaladora marcaram o primeiro encontro, mas a revanche entre o campeão peso-pena e o principal desafiante foi livre de polêmicas e simplesmente espetacular.
Após vencer cinco lutas seguidas para se credenciar a uma revanche contra o brasileiro, Mendes deu a Aldo seu teste mais difícil no UFC, exigindo tudo do brasileiro, como ninguém havia feito até então. Verdade seja dita, Aldo não deixou nada do que Mendes fez sem resposta, mostrando por que era o campeão e vencendo por decisão unânime naquela que até hoje é a melhor luta pelo cinturão peso-pena da história do UFC.
Robbie Lawler x Rory MacDonald
Dois anos e meio depois do primeiro encontro, e com Lawler detendo o cinturão dos meio-médios, estes dois guerreiros se envolveram em uma épica batalha de reviravoltas que segue na lista das melhores lutas da história do MMA.
Apesar de Lawler abrir um corte em MacDonald logo no início, o canadense aumentou o ritmo e botou pressão no campeão, parecendo determinado a liquidá-lo e conquistar o título em alguns momentos da luta, antes de ambos protagonizarem uma icônica encarada no meio do octógono ao final do quarto round.
Em situação complicada, Lawler veio com tudo no quinto assalto e castigou MacDonald, que caiu a um minuto do fim. Era exatamente o que o campeão precisava para manter o título, já que o canadense vencia o combate por três rounds a um.
Conor McGregor x Nate Diaz
Após surpreender a todos (menos a si mesmo) entrando de última hora e finalizando McGregor cinco meses antes, Diaz dividiu o octógono mais uma vez com o irlandês em uma luta que teve ritmo diferente da primeira.
O “Notório” mostrou muito mais paciência e precisão no início, usando chutes baixos e diminuindo o número de golpes de esquerda desferidos contra Diaz, que, novamente, demorou um pouco para entrar na luta. Mas quando entrou, Nate virou a maré, colocando a mesma pressão que havia lhe dado a vitória no primeiro embate.
Desta vez, no entanto, McGregor foi capaz de se manter de fora da chuva de socos do norte-americano, usando o último round para vencer por decisão majoritária antes de declarar, ao final do duelo: “O rei está de volta!”.
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